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Meta lança o Muse Code, agente de terminal com o Muse Spark 1.2

A Meta publicou em 5 de agosto o anúncio do Muse Code e do Muse Spark 1.2. Os dois nomes são parecidos e é fácil confundir: Muse Code é um agente de programação para o terminal, em beta, e Muse Spark 1.2 é o modelo que roda por baixo dele.

O que o Muse Code faz

Segundo o texto, o agente trabalha com agentes assíncronos em segundo plano que continuam existindo durante a sessão. Ele guarda um log de eventos local, e a Meta diz que isso permite reproduzir a execução com exatidão e retomar depois de uma reinicialização. Vêm embutidas três skills: /plan, /grill e /goal. O post não explica em detalhe o que cada uma faz.

O que mudou no modelo

A Meta afirma que o Muse Spark 1.2 melhorou em geração de código, depuração complexa, compreensão de repositórios e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta. Ele está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

O anúncio compara o modelo em três benchmarks: Terminal-Bench 2.1, DeepSWE 1.1 e um benchmark interno de código da própria Meta. Os resultados aparecem em gráficos. No texto da página não há um único número, então não dá para citar pontuações sem inventar.

Há também um estudo de caso de otimização de kernels. O modelo trabalhou em kernels KDA e MLA para GPUs NVIDIA Hopper, com mais de mil chamadas de ferramenta ao longo de até 24 horas. O texto não informa o ganho de velocidade obtido.

O que o anúncio não diz

Preço não aparece. Também não há nada sobre pesos abertos. A versão anterior deste post chamava o Muse Code de alternativa open source e citava pontuações em HumanEval e MBPP, além de um modelo de 13 bilhões de parâmetros. Nada disso consta no anúncio da Meta, e por isso foi removido.

Para quem pensa em testar: o que dá para afirmar hoje é que existe um agente de terminal em beta e uma API para o modelo. A comparação de qualidade com outros agentes ainda depende de benchmarks independentes ou de você rodar nas suas próprias tarefas.